31.5.07

Os Sírios

Estávamos em casa minha esposa Mariana, eu, e alguns amigos assistindo, na sala, um dos últimos episódios da série Heroes. Nossa filha dormia no quarto, linda. Nossa casa, situada dessa vez na Avenida Pompéia, do mesmo tamanho da original, porém uma outra estrutura. Em um certo momento, toca a campainha. É Luciana, amiga de escola, aniversariante nessa data. Junto a ela, todos seus convidados que estavam no bar onde festejou o aniversário. Aproximadamente umas 20 pessoas. Pronto, não vimos o fim do episódio e a festa estava armada. Todos empolgados, se divertindo. 23 horas, chega hora do leite da pequena. Nesse momento, todos quiseram ver a mocinha e com ignorância em massa, tentam abrir a porta, comentários dos mais variados surgem: Que fofa! Que Linda! Eu, já tenso, peço para saírem e empurro a porta, e eles empurram de volta. Sou mal educado com uma garota que falava mais alto: Cala boca, caralho! E o clima fica pesado.

Por fim chega madrugada e todos se vão. Vamos dormir, por fim. Durante a madrugada tenho problemas estomacais e preciso ir ao banheiro. Ao me limpar, noto tão cremoso cocô e logo vejo a lata de lixo toda suja por fora. Que droga, vou para a varanda limpar para que o cheiro não se alastre e assim acorde a família.

Ao olhar para baixo, vejo muitos motoqueiros do mal, pareciam querer invadir o prédio. Eram os Sírios. Eles me viram na varanda e gritaram algo que não consegui captar. Em seguida, toca o interfone e a secretária do meu trabalho atende. Ela era nossa secretária também. Eram os Sírios oferecendo água para vender. Na verdade queriam invadir o prédio para roubar e matar. Não sabia se deveria acordar as meninas, elas se assustariam. Corri para a porta e tranquei com chave. Me esqueci da porta dos fundos, uma porta de vidro, com um trinco muito fácil de quebrar. Corri pra lá e vejo vindo no corredor, em direção à porta, dois Sírios. Caramba, será que os Sírios vieram a mando da garota que eu gritei? Por sorte fui mais rápido e consegui trancar a porta. Nisso, chegam outros Sírios, mais bravos e mais altos. Dizendo que iriam arrombar a porta. Nesse momento já estava indo em direção ao quarto das meninas e a secretária ligava pra polícia. Tranquei a porta do quarto e esperei.
Nada aconteceu. No fim das contas, os Sírios não invadiram nossa casa e tudo voltou ao normal.

28.5.07

Retratos

Gostaria de ser o cara. Título que perdi há um tempo, mas só notei agora. Este é um dos retrato s do ser humano. Desses que ficam na mesa de trabalho, para não se esquecer, assim que o notar. Agora, o “não se esquecer” pede uma reação. São dois caminhos que se bifurcam. Escolho o do amor. Sempre.

20.4.07

Ok, roubado!

Déjà vu. Sensação estranha e ao mesmo tempo familiar. A soma dos sentidos fazem de situações comuns meu Déjà vu. O caminho se repete todos os dias e a repetição do som na mesma esquina, na mesma encruzilhada me faz viver um Déjà vu basicamente agendado, mas não, não é. Parece dessa forma, ser possível construí-lo com o simples exercício de exercitar os 5 sentidos. Boom! estou no Trianon. As mesmas caras, a mesma banca, as mesmas pessoas. Antes de perceber, um tal de Sr.Jack me diz para olhar o Objetivo. Em um piscar de olhos começa em meus ouvidos e alma o grito tribal IEAIEIO e meus olhos vêem o que sempre vêem quando soadas as notas do IEAIEIO: Pro Matre! Pro Matre! La Madre! Sofotika! Logo, muito logo são as Ondas Theta que me avisam que cheguei ao encontro do mais belo - O amor puro, o amor lapidado sempre em busca da perfeição. Fecha-se então o ciclo, onde já não sei onde começo é começo e fim é fim, apenas sei que um destes é o cerne de mim, de nós. E o momento “innervision” convidando-me a mergulhar de cabeça sobre ele, sobre mim, transformando-nos em uma faísca onde tudo isso “reestarta” sem ao menos percebermos. Pronto, roubado está.



























Ondas Theta: Quando o relaxamento vai aprofundando-se, o cérebro passa para um estágio mais lento, com a presença mais ritmada das ondas Theta, com faixa de freqüência entre 4 e 8 Hz. O estágio Theta, também é conhecido e chamado como Estágio de transe, entre o acordado e o dormindo. Este estágio é normalmente acompanhado de imagens mentais inesperadas, comumente acompanhado de memórias vivas e claras da infância. O estágio Theta oferece acesso a materiais do inconsciente, a associações de idéias e idéias criativas. É um estágio misterioso e elucidativo. Muitas pessoas tendem a dormir logo após gerarem grande quantidade de atividade Theta.

29.3.07

Charme Natural


26.3.07

O jardim por onde voam os mares

É nítido o contraste que encontrei ao mudar de trabalho e começar a freqüentar um novo bairro. Troquei o Cambuci pelo Jardins. Contraste brusco, brutal. As pessoas parecem ser outras. Outros olhares, outras impressões. Uma vida mais voltada para a estética, para o status, para o glamour. A diferença é tão forte que nota-se em atitudes a triste realidade plástica. Ontem voltava para casa e um homem esbarrou em mim com seu cigarro aceso. Poderia ter me machucado, me queimado. Ao olhar para ele, percebo o safado olhando o cigarro para ver se estava apagado, com uma expressão do tipo “olha por onde anda, animal”.

((Fire – Dr.Sin)) >> Coincidência?

31.7.06

pormenores

Na semana que passou obtive duas conclusões. Veja você como estou - a primeira é em forma de pergunta e a segunda eu esqueci. Então vamos a primeira: Existe algo mais característico do que uma "pixação" no banco de um ônibus escrito RBD em Liquid Paper?

9.1.06

3.1.06

O Ciclo

Os estrondos de fim de ano, como as luzes natalinas, não encontram em mim um hospedeiro fiel. Elas não me atingem. (O Passado). Há um tempo atrás sim, me atingiam, me abalavam. Quando criança, a espera pelo regalo me fornecia ansiedade. Boa essa ansiedade que assim me contentava com a época, assim com as luzes, assim com os estrondos. (O Presente). Os anos passaram, e os presentes já não me causavam euforia, assim, as cores das luzes já não brilhavam como antes. Toda uma vida, pode-se dizer muito curta ainda, porém com fatos que nos fazem com que luzes, essas irreais, se ofusquem e não passem de uma fantasia que apenas depende de mim, se a permito que adentre.

Mais um fim de ano chegou, e cada vez mais rápido eles chegam. Essa rapidez tem sua teoria, e é através dela que o tempo e a ansiedade já não têm mais tanto valor, pois não há tempo para que se dê a ansiedade, para que o sonho seja sonho. O resultado, cada vez ganha mais espaço na escala de importância do que os meios. Os fins cada vez mais ofuscam os meios. E assim, pronto, já é natal, pronto já é ano novo. Mas muito bem! Muito bem! É época de praticar a bondade, de nos tornarmos solidários. Como assim? É época? E então o resto, a outra época? O que se faz com ela? Se vive, esquecendo assim o verbo praticar a bondade.

(O Futuro). Agora, possivelmente o brilho volte, as luzes acendam, pois serei criança de novo. Serei o que é tão difícil, mas é tão fácil. E a fantasia, essa não será apenas no fim e sim no começo, no meio e no fim.

(Richard Anthony - Aranjuez, Mon Amour)

12.12.05

Olho pra que te quero

Isso é muito sinistro:

http://www.alcachondeo.net/vervideo.php?v=2005_se-te-salen-los-ojos

6.12.05

Propaganda/Divulgação

Foto de um filho da puta
Os erros clamorosos de inglês cometidos pelo Presidente Bush, distribuídos pelos 365 dias do ano. Confira, e divirta-se com este instrutivo calendário

http://www2.uol.com.br/speakup/stories_a/222_main_bush.shtml

pra quem sabe inglês, uma boa dica