21.7.05

A Fantástica Fábrica de Chocolates!

Estou bem interesado em ver a nova versão da Fantástica Fábrica de Chocolates. Ví as fotos e parece estar bem simpático. Faz pouco tempo que asistí o original com minha menina, que por sinal, é muito louco. O Willy Wonka é muito classe...ao mesmo tempo que é todo engraçadinho é sinistrão. Os Oompa-Loompas são muito da hora também, as músicas que eles cantam são fodas além de fazerem críticas, as letras são totalmente contemporáneas...muy bueno, muy...Destaque para uma parte do filme onde todos da cidade estão ansiosos para conhecer o Willy Wonka então, ele vem andando todo sério, com a cara fechada e do nada, dá uma cambalhotinha ridícula e o povo entra em extase.....demais!

Vamos no cinema?

20.7.05

Na dança com Selma Jeskova

Cuidado com o dedo, Selminha!
A lista infinita de trabalhos em cima da minha mesa é cada vez mais infinita. Isso é possível? Impossivelmente possível? Queria poder parar tudo por alguns minutos e fazer como Selma Jezkova. Eu agora, como ela, junto dinheiro e espero não encontrar nenhum policial pelo caminho. É desses indivíduos que devemos temer realmente? Puxa, a cada dia isso parece se concretizar. Em filmes, em noticiários, na vida... Tudo parece mesmo ter o lado bom e o lado ruim. Como já conheço pessoas verdadeiramente más e essas, estou sempre de vigília, devo dizer que semana passada, conheci pessoas boas. Parece mentira, é um caso raro mesmo, um achado, mas ainda existem seres humanos desse tipo. Pessoas que ajudam. E nesse caso, o verbo não precisa de complemento. Pessoas como Selma Jeskova. Eternamente grato estarei a algumas pessoas e espero, que quando morram, morram como Selma, feliz, com paz no coração.

18.7.05

Explicação

Preciso mudar esse nome tosco. Nunca gostei dele, mas é preciso que comece sempre com algo, ou se não, nunca começo. Dessa vez, escolhi esse pseudônimo, Delegg...que seria Del Egg. Pois bem, chegou a hora de mudá-lo. Como passou pela minha cabeça escolher um nome referente a ovo? Puta merda, é de doer mesmo, né? Ainda não encontrei o nome perfeito, mas com certeza, menos escroto que esse: Faanloderi, esse será meu nome, simplesmente por não ter muitas idéias para nomes (esses dias, em exercício prático, cheguei a essa conclusão). Escolhi esses tempos para mudar de nome, pois uma nova fase começará...não preciso nem dizer o que é, quem não sabe, saberá, isso é fato.

Adeus Delegg! Adeus!
E que vá com você toda a catinga de ovo que me atormenta!

6.7.05

Onipresença – Utilidade Pública

Você tem a impressão de que não está sozinho? Acha que sempre tem alguém olhando pra você? É verdade, o Grande Irmão está de olho, e agora é real! A tecnologia já torna isso possível, estamos sendo vigiados, ainda não temos a Teletela dentro de casa mas falta pouco. Esse link abaixo mostra, através de imagens de satélite, o que você anda fazendo por ai. É bom então que comece a tomar cuidado ao coçar o bumbum, tirar verdões do nariz ou dar aquela pitada básica.

O Grande Irmão zela por ti!

Google Maps, se encontre!

(aqui você está na 23 de maio, próximo ao Centro Cultural São Paulo, é só arrastar com o mouse)


dica livro: 1984, George Orwell

1.7.05

Bon appétit

O caminho daqui até o restaurante é relativamente curto, é só virar a esquina e pronto, estou dentro. Eu digo relativamente pois o curto pode se transformar em longo se algo acontecer. Algo desagradável. Bom, logo na esquina, a alguns metros do restaurante, me deparo com um homem, de aproximadamente uns 50 anos, estirado no chão, meio de lado com a parte de trás um pouco mais visível que a da frente, com a bunda toda descoberta. O brilho do sol intenso batendo naquela bunda escrota, e logo ao lado, uma aguinha escorria pela rua. Uma cena tão escrota e tão gritante, que todos que passavam admiravam aqueles glúteos coradinhos graças aos raios ultravioletas.
Acredito que esse seja um caso que se encaixa perfeitamente ao ditado popular cu de bêbado não tem dono. Mas, até então, não vi ninguém tentando bolinar o praticamente “de cujus”. Sabia que morto não estava pois seu ânus fazia movimentos que pareciam ecoar as palavras bom appétit. Bem, se caso palavras saíssem do orifício do desconhecido, aposto que sentiria o mau hálito dele. E, mesmo não sentindo tal odor, não foi uma boa pedida ver o moço largado no asfalto antes do almoço, certeza.