1.7.05

Bon appétit

O caminho daqui até o restaurante é relativamente curto, é só virar a esquina e pronto, estou dentro. Eu digo relativamente pois o curto pode se transformar em longo se algo acontecer. Algo desagradável. Bom, logo na esquina, a alguns metros do restaurante, me deparo com um homem, de aproximadamente uns 50 anos, estirado no chão, meio de lado com a parte de trás um pouco mais visível que a da frente, com a bunda toda descoberta. O brilho do sol intenso batendo naquela bunda escrota, e logo ao lado, uma aguinha escorria pela rua. Uma cena tão escrota e tão gritante, que todos que passavam admiravam aqueles glúteos coradinhos graças aos raios ultravioletas.
Acredito que esse seja um caso que se encaixa perfeitamente ao ditado popular cu de bêbado não tem dono. Mas, até então, não vi ninguém tentando bolinar o praticamente “de cujus”. Sabia que morto não estava pois seu ânus fazia movimentos que pareciam ecoar as palavras bom appétit. Bem, se caso palavras saíssem do orifício do desconhecido, aposto que sentiria o mau hálito dele. E, mesmo não sentindo tal odor, não foi uma boa pedida ver o moço largado no asfalto antes do almoço, certeza.

3 Comments:

At 5:33 PM, Anonymous Anônimo said...

Aí mano vc observou até demais a bunda do rapaz, hein ?
Afinal vc vomitou ou não ?

 
At 8:11 AM, Anonymous Anônimo said...

Oie Muito loco isso aqui...to com fome ...Falou!!!

 
At 11:42 AM, Blogger BelaLugosi said...

bictor - não fica com ciúmes!
lou - eae mano! tomara que não encontre glúteos alheios no caminho!

 

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