12.8.05

Dessa vez...

não há explicação...

9.8.05

The gentle art of making enemies?

A infidelidade não se resume apenas ao carnal. A fidelidade diz muito mais do que isso. Não é tão difícil de constatar isso. Se você se por no lugar de quem está em desvantagem, é fácil ver. O que não é fácil é se por no lugar da pessoa, logo em seu lugar. Poderia usar de violência para expressar minha indignação com alguém, mas prefiro não. Deixarei ele lá e eu cá. Vou me misturar, mas aprenderei a usar a medida certa com cada pessoa. Isso é chato, é decepcionante. Não é a idéia que tenho sobre amizade. Não queria que fosse assim, não mesmo. Quem é infiel com quem amo, é infiel comigo. Se não é assim, não considere suas boas intenções, intenções boas. Pra mim é assim. E sem perder totalmente o sentido da coisa, posso dizer que amo vê-la e ouvi-la cantando The gentle art of making enemies.

Uma comparação tola, mas válida

Uma comparação tola, mas válida. Odeio fones de ouvido que começam a falhar. E o motivo é sempre mau contato. É sempre assim, os fones de ouvido nunca tem uma vida longa, pelo menos em minhas mãos. Quando ele começa a dar sinais de falha, já era, em pouco tempo ele será inutilizado. E ai que vem a comparação, quando uma pessoa tem um problema sério de saúde, uma doença grave, e quase morre, mas consegue voltar, acaba sempre piorando até que vai embora definitivamente. Não é questão de desesperança. Talvez uma queixa, por que sentir o gostinho da esperança e em seguida um tapa fazendo você cuspir o que acreditou? Claro que não é 100% dos casos, mas sempre existem casos que pensamos: ”Putz, bem que poderia... parecia estar tudo indo tão bem...”. Os fones de ouvidos são assim também. Quando é pra ser, será. De qualquer forma, prefiro perder fones a perder pessoas. Isso que escrevi parece humor negro, mas não é. É só uma comparação tola, mas válida.

4.8.05

Apanhado

O marasmo toma conta do rabo de macaco. Já não sei como me expressar diante de tantos acontecimentos que ocorreram em um espaço curto de tempo. Dois meses pra ser mais exato. Seria um espaço curto de tempo realmente? A resposta é: depende do ponto de vista e do ponto de chegada. Bom, continuarei sem me expressar ainda sobre alguns fatos, os mais importantes por sinal.
Hoje fui ao banco, no caixa eletrônico e a máquina travou. Isso fode! Fo-de! Minha grana está presa e espero não perde-la. Os bancos são fodas. Fora isso tudo bem, a não ser o shampoo que estou usando. Sorte que quando inventaram as narinas, as inventaram para baixo, na direção contrária do cucuruto. Peço desculpas as narinas alheias e se alguém também tem problemas com odores graças ao famigerado Palmolive, entre em contato comigo para que façamos uma campanha contra salafrários ordinários de marca maior. Agora estou em casa, preferiria estar em outro lugar, na Liberdade, porém cá estou para fazer trabalhos acumulados de seis meses. Bonito né? Não! Mas não deixa de ser a minha cara uma papagaiada dessas. O ano passado foram trabalhos acumulados de dez meses aproximadamente. É isso aí. O apanhado está feito, bem vagabundo mas está. Agora, mãos à obra, mas antes de qualquer coisa, lavarei a cabeça! Palmolive filho da puta!